Nossas publicações

A diversidade é mais que uma política editorial. É o propósito.

Necromance e a conquista do planeta dos dragões

 

Ricardo Valadares Gontijo Valle

“O Cacá já tinha escrito e publicado Bestiário das criaturas, fonte para a história e guia de nossas conversas. Lembrei-me demais das minhas antigas fichas de RPG (Rolling play games) e de como eu e meus amigos gostávamos de colocar os personagens nas histórias sendo conduzidos pelo mestre. Agora, Cacá é o mestre e todos vocês vão acompanhar a história dele.”

Da minha janela

 

Márcio Valadares Vasconcelos

    “Com sensibilidade ímpar, a obra desenrola e põe em discussão múltiplos temas, sempre dentro da realidade que nos cerca. Como traz poemas para todos os momentos e tempos, recomendo que Da minha janela seja lido em doses homeopáticas, sorvido lentamente, relido constantemente.”

Separação consciente

 

Adailton Soares

“Quisera eu ter conhecido um livro assim há 12 anos! Eu mesma passei por um divórcio “à moda antiga”, com todas as brigas e discussões possíveis. Hoje, ao conhecer o Adailton Soares com toda a sua experiência e sabedoria, sei que o caminho tortuoso e sofrido não é a única opção para quem deseja se separar.”

Charcutaria:
passo a passo

 

Claudia Colamarco

Charcutaria: passo a passo servirá para esclarecer muitas dúvidas de pessoas que não só consomem mas também preparam produtos próprios. Não há, no Brasil, nenhuma obra como essa, que trata, de forma técnica e científica, o passo a passo de cada processo. Ela chega para compor uma lacuna de informativos que nem sempre são confiáveis ou não trazem, de forma clara, o que se deve ou não fazer dentro do processamento de produtos cárneos.”

Como se fosse...

 

Paulo de Moura

“Em Como se fosse... – o segundo de uma trilogia –, Paulo de Moura consolida seu estilo como escritor. Pode-se dizer que o autor cria um singular estilo narrativo inspirado nos mais consagrados escritores sul-americanos do realismo fantástico, aproximando-se do genial Borges. Começa com a oralidade clássica da narrativa e, surpreendentemente, migra para a prosa poética com suas frases muito curtas, palavras isoladas carregadas de significantes. “

Porteira da divisa

 

Geralda Júlia

“A autora nasceu e cresceu em plena natureza, no contato com sua simplicidade, experimentando o Belo e o Bom que, segundo diz, levam sempre a lutar por sua permanência. Coerentemente, este livro de estreia levanta uma bandeira em defesa daqueles valores assimilados na infância. Prega a volta do homem ao seu elemento natural, a um tipo de vida, há muito tempo, perdido no dia a dia trepidante e asfixiante do seu viver civilizado.”

Amor em curso

 

Adailton Soares

“AMOR, mesmo sendo uma nominalização do verbo amar, é uma palavra muito poderosa, particularmente no caso deste livro, por causa do complemento EM CURSO. Esse complemento resgata a ideia de ação, que é própria do verbo AMAR. AMOR EM CURSO quer dizer amor em movimento, ação!

Neste livro, escrito de modo associado, na primeira pessoa, o autor nos mostra de maneira inequívoca uma estratégia para obtermos os resultados desejados na busca do amor em nossas vidas. É um tesouro, uma dádiva! Podemos chamá-lo de: LIVRO TERAPIA ou COACHING, pois cada capítulo é como uma sessão presencial com o autor.“ (Jair R. Sallazar)

Misticismo sem véu

 

Celso Garcia

“Peço a licença a vocês

Para uma estória contar

Não parem de ler.

Muitas surpresas, ela trará.

Onça, cobra e lobisomem.

Lhes farão arrepiar.

E um tesouro bem guardado

Ao final se revelará.

O que a vida lhes promete

Certamente se cumprirá.”

Cartografia da febre

 

Paulo de Moura

“Paulo de Moura não é um diletante. Inteligente, sensível, arguto, ele sabe o que quer e tem a resistência do mururé na busca de seus objetivos. É preciso ler este seu livro com respeito. Não há acaso em suas escolhas. Cada palavra, cada sinal de pontuação, cada título, tudo tem um propósito. É um fazer poético consciente, ainda que o método de escrita seja o do estado febril. (...) Agora que Cartografia da febre veio à luz, o mais importante é que esse livro encontre o leitor certo, aquele que é capaz de trilhar, sem ingenuidade, o itinerário traçado pelo autor: caminho das pedras; geologia do silêncio; mapa para perder-se; saberes, sabores, sinais; rota para o oblíquo.”

FONO
função e estética

 

Valesca Resende

A atuação fonoaudiológica em estética é ainda um tema recente dentro da Fonoaudiologia. Entretanto, o interesse por esse assunto vem aumentando a cada dia, já que ele abrange fatores interligados ao funcionamento dos músculos da face que visam à harmonia de movimentos e expressão, amenizando os efeitos do envelhecimento.

O trabalho desenvolvido na fonoaudiologia estética tem como objetivo modificar posturas, aprimorar funções e alcançar equilíbrio miofuncional satis-fatório, buscando, como resultado, uma face mais harmoniosa.

Cabizuca

 

João Carlos Firpe Penna

"Tive o prazer de encontrar  o Professor Cabizuca naquela manhã, depois de muitos anos. Como jornalista, eu já o havia entrevistado tempos atrás, inclusive para publicações do Pitágoras.

 

O desafio, agora, era outro. Estávamos ali para traçar as linhas gerais do livro que eu iria escrever sobre a trajetória de vida dele. Lembro-me que falei: Professor, concebermos este livro é como partir, juntos, para uma longa viagem sobre a qual não temos todas as respostas. Sabemos de onde estamos partindo e fazemos ideia sobre aonde queremos chegar. Mas, entre essas duas pontas, não dá para imaginar o que vai acontecer. Como será essa aventura - por quais mares navegaremos e por quais montanhas caminharemos."

Por que algumas escolas são melhores?
O exercício da liderança 

 

Pedro Faria Borges

 

O autor e consultor educacional Pedro Faria Borges propõe um caminho prático de liderança, no âmbito do processo da educação, e detalha responsabili-dades e papéis do líderes. Na obra, ele também mostra como manter o equilíbrio entre a família, o trabalho e os cuidados com a saúde, em um mundo de tantas exigências. Uma leitura útil para educadores, professores e diretores de escola.

Tempo de poema

 

Hyde Magalhães de Azevedo

"O tempo de poema da Hyde é o tempo todo. Veio ao mundo com a alma, a cabeça  e o olhar minando poesia. Não faz versos, liberta. Eles se impõem, pedem passagem. É poesia da pura, fruto de sensibilidade superior e do espanto que é a vida. Poemas que surpreendem, seduzem, ensinam, emocionam. Consolam, alegram e, sobretudo, encantam."

GB

 

Augusto Rodrigues Borges et. al

"Ah, Borges, quanta falta você faz! Por isso é que um livro em sua memória é tão importante, para nos consolar e não deixar que você se vá completa-mente, mas que você continue em nossos corações e mentes. Que sua memória nunca se apague. Grande e espirituoso Borges!"

NOVE:
contos necessários

 

Paulo de Moura

Nove é o número da compreensão e está profunda-mente vinculado ao altruísmo, à fraternidade, espiritualidade e compaixão, como descreve a numerologia e as cartas do Tarô. Relaciona-se à realização das mais altas aspirações humanas e indica início e final de ciclos. O número nove também se refere à sabedoria e está associado à tolerância, à generosidade, à crença imbatível.

Contraditoriamente, quando se inverte sua represen-tação gráfica, ele se confunde com o seis. Este, em sua natureza negativa, se associa à acomodação e à dificuldade de aceitar a realidade.

A casa de Sofia
A saga de uma camponesa 

 

 Moacir Pereira dos Santos

 

"Aqui está, por assim dizer, o resultado de um “acerto de contas” que Moacir faz com o seu passado. Forjado inicialmente, o escritor, na aspereza do norte de Minas, com entremeios do canto da acauã e dos canários chapinha, do ar fresco da vereda, dos brejos, dos buritizeiros “que mais não há”. Tudo isso ressoa no texto de Moacir. (...)"

Rosas para todas

 

Pedro Enir Couto Alves

"(...) É preciso primeiro notar que as rosas são para todas, e não todos, como um vislumbre da caligrafia de Pedro poderia fazer pensar. Ele gosta, desde cedo, das meninas, que ocupam um grande espaço em seus desenhos e em seu livro: a prima, as amigas, a terapeuta, a dentista. A série começa, como podemos supor, por Dulce, essa mãe doce que ele acompanha, desde menino, em suas atividades, extraindo, do seu trabalho em um abrigo para mulheres, essa caneta-rosa do rei Pedro, que inaugura sua escrita: Dulce havia confeccionado um cesto cheio delas para dar como lembrança no aniversário do abrigo, e Pedro trouxe sua lembrança para casa, fazendo dela sua caneta especial. O rei, originalmente, era aquele que compôs a música que Pedro escutava, desde pequeno, sua mãe cantar: “como é grande, o meu amor, por você”..."

Cabeça de nuvem 

 

Paulo Emilio de Castro Andrade

 

"Que sensibilidade tem o Paulo!

Que mestre/professor terá tido que despertou assim sua alma de sonhador?

A trajetória de uso das nuvens deve ter sido sua trajetória de vida.E como gastou bem a última nuvem!Fechou a narrativa de forma muito sonhadora sem perder o fio da realidade. Amei o livro. Atende um universo amplo: crianças de 3 a 7 anos, desde que saibam sonhar."

Das minas

 

Zulmira S. T Furbino

 

"Ler as crônicas de Zulmira S. T. Furbino é fazer um pacto com a leveza. O olhar afiado sobre o cotidiano, essencial a todo cronista, nela vem acompanhado por uma espécie de amor incondicional pela vida. Alegria, senso de humor, lirismo – tudo isso costura sem esforço seus relatos e observações. Assim, a sensação que se tem é de estar conversando com uma amiga que nos faz confidências, compartilha sentimentos, comenta sobre cenas que vê no dia a dia e, em nenhum momento, mesmo diante do que a faz sofrer, abre mão de se encantar com a aventura sempre mágica (e quase sempre complicada) que é o viver."

Tico vai viajar

 

Nalu Saad

Juliana Reis

Lude

TICO VAI VIAJAR traz a riqueza dos detalhes.  Convivo há anos com crianças e sei que estruturam o argumento como Clara. Começam com um ponto e, no meio da fala, passam a tecer detalhes que, na visão de adultos, fogem do eixo estruturador. Mas reside aí a poesia da fala das crianças.

É instrutivo. Traz ensinamentos sobre tema de conteúdo transversal relacionado ao cotidiano da criança.  Traz explicações reais sobre os fatos, sem matar a magia do imaginário infantil.

Agora que morri

 

Álvaro Nascimento

 

"Álvaro tem dois atributos: conhece a alma humana e escreve muito bem. Eu, que não conhecia seus predicados como escritor, levei algumas sacudidelas ao ler os contos deste livro. 
Como não se identificar com a angústia do religioso franciscano que se apaixona pela índia Kauane e não se solidarizar com ele? Como não tirar o chapéu para a sabedoria do índio Obajara, que sabia mais das coisas deste mundo e de suas gentes do que todos os que o cercavam? E era, ele, um “selvagem”.
Como não se impactar e, em seguida, cair do cavalo com o desenrolar do conto seguinte – “Agora que morri” –, que, pela sua força, com toda a razão dá nome ao livro? Quem, de alguma forma, não sentiu retratado no conto algum momento de uma relação amorosa em crise que tenha vivido? (...)
Enfim, afirmo que estamos diante de um grande livro e de um escritor de mão-cheia."

De banqueiro a carvoeiro

 

Lúcio Flávio Baioneta

 

"Uma viagem poética, porém realista da vida. Desafios vistos como piadas, sonhos transformados em lições. Assim Lúcio Flávio Baioneta nos brinda com diversas passagens de sua vida, recheada de altos e baixos, vivida profundamente cada segundo. Esta obra denota toda a sua perseverança, intensidade e visão. Isso mesmo! Lúcio é daquelas pessoas que nunca perdem a oportunidade de se divertir com o trabalho  nem de fazer negócio em momentos de lazer. entre amigos, família e companheiros fraternos."

A mágica de Dr. Yvon

 

Claudio de Moura Castro

"Relato de uma experiência mineira bem-sucedida na história acadêmica da economia e das ciências sociais, no Brasil, cujo protagonista só teve reconhecimento tardio. Ela justifica a avaliação entusiástica do autor do relato, que dela participou e procurou reproduzi-la nacionalmente."

Amordaça

 

Agatha Almeida

"Ao ler o título Amordaça, talvez imaginemos poemas reveladores de alguma submissão, afinal estamos condicionados a viver conforme regras estabelecidas, mas o que percebemos é o contrário: a liberdade de mostrar nosso mundo interior e a maneira como lidamos com essa realidade bastante delicada, ou profundamente sensual. A verdade é que Amordaça não será um livro único, ele nos permite imaginar que outros virão para interagirmos com a jovem e promissora poeta."

Educandário
conversas de janeiro a dezembro

 

Madresilva Magalhães

"Educandário: conversas de janeiro a dezembro não é um livro que precisa ser lido de um fôlego só. Tal como um calendário, poderá ser consultado mês a mês. Sua proposta é proporcionar reflexão inicial, sem cunho acadêmico ou técnico, sobre as datas que comumente marcam o universo escolar. A partir de textos que ora orientam, ora informam, ora apenas apresentam as minhas percepções pessoais sobre determinada data, a equipe de diretor, coordena-dores e professores poderão construir seu próprio texto para estabelecer diálogo com as famílias, professores e alunos."

CORBAN:
corredores da Bandeirantes

 

Eliseu Corrêa (org.)

"(...) Com o passar do tempo, o grupo CORBAN cresceu muito.  Caminhantes e até mesmo alguns que não se interessava pela prática da atividade da corrida integraram-se ao grupo.

 

Percebendo a força do grupo, o nosso amigo Mainha (Eliseu Corrêa) teve a iniciativa de organizar o Informativo CORBAN. Foi por meio desse informativo que os participantes receberam expressivo suporte para a efetiva participação nas provas de Belo Horizonte, em especial a Volta da Pampulha.  No entanto, a sua mais preciosa contribuição foi o fortalecimento e incremento do convívio social do grupo, que passou a ter como lema INTEGRAÇÃO E CONVÍVIO SOCIAL."

Os homens a cavalo

 

Álvaro Nascimento 

"Quem se entregar à leitura desses contos do Álvaro vai se deliciar. Eles são meticulosamente escritos, mas esse capricho não aprisiona os personagens: é impossível você não se identificar com muitos deles, caminhar com eles, rir das suas trapalhadas, sofrer com suas angústias.

Aproveitem, cavalguem e se deleitem!"

Competências: método app
Como transformar comportamento humano em números 

 

Maria Lúcia Rodrigues Corrêa

"Entender o comportamento humano sempre foi um dos principais fatores que me estimulavam a desvendar esse enigma. Ainda muito jovem decidi que seria psicóloga.

 

Muitas conspirações cósmicas aconteceram e tive o privilégio de desenvolver o método app, que contribui para o entendimento do comportamento humano e para o desenvolvimento das pessoas."

Iniciação à Bioestatística Médica

 

Jonas  Pereira

"É com o objetivo de atingir seu propósito educacional de formar alunos, pesquisadores, profissionais e cidadãos coerentes e críticos que a FASEH tem o privilégio de ter em seu corpo docente profissionais que trabalham nessa direção, como o professor Jonas Carlos Campos Pereira, que nos presenteia com a terceira edição do seu livro Iniciação à Bioestatística Médica.

 

Essa obra é uma expressiva contribuição ao ensino da Bioestatística na área da Saúde. Ela preenche uma necessidade editorial, no segmento de publicações didáticas, por apresentar propostas consistentes que incorporam conceitos modernos de aprendizagem."

Vozes no silêncio

 

Bernardo Caldeira

"Vozes do Silêncio se situa na fronteira entre temas duros – como física quântica e epistemologia – e uma escrita simples, por vezes ingênua, a qual lhes dá uma leveza poética comparável à das flutuantes rochas de René Magritte. Assim, convida o leitor não apenas a apreciar a estética (“bela” ou não) contida nos poemas, mas principalmente a refletir sobre o sentimento do mundo – justamente no ponto em que ele se confunde com o pensamento."

Kira
uma escolha pela vida

 

Mônica Junqueira

Para a autora, "o livro KIRA é um estímulo ao conhecimento, à curiosidade, mas principalmente ao respeito a tudo e a todos. Propõe-se nele uma reflexão filosófica, leve e, ao mesmo tempo, densa que nos fala da relevância das escolhas que podemos e fazemos o tempo todo. Desde escovar ou não os dentes até se faremos ou não alguma diferença no mundo."

No meio da rua

 

João Gabriel Furbino

"Este livro fala sobre as evidências que a vida insiste em mostrar e das agruras, do desamor, da paixão-atroz, do ex-amor; 'mas sem descuidar do amor'. É bom prestar atenção quando o poeta faz o alerta: “Cuidemos dos nossos desamores.” O autor não gosta das flores fáceis. Existem poemas que fulminam, que queimam “no meio de um meio-dia”. Ele aposta nas cores, nas maravilhas do corpo. “Saudades do tempo que nossas mãos/desenhavam poemas em nossos corpos.” O poeta também aponta para ruas, para dias que “seguem cinza/por dentro e por fora.”

Diário de uma quarentona

 

América Passos Machado

"Nunca tive um diário, ou melhor, nunca escrevi um diário quando era criança. O fato é que resolvi ter um diário agora. Aos 40 anos. Mas quero um diário diferente! Um diário com diálogos. Então, aqui vamos nós!

 

Querido diário, aqui estamos nós, outra vez, com mais uma ressaquinha. Uma boa ressaca, só que bem acompanhada desta vez. Deixei para trás a preocupação com os furinhos, as banhas, as rugas, olheiras e tudo o mais que me incomodou, tanto, na minha ressaca dos quarenta."

O consultório

 

 Ilveu Dias

"Este é o primeiro livro de um escritor raro. Raro porque, desde os primeiros atendimentos, em seu consultório, no início da vida profissional, ele já perscrutava a riqueza, o mistério e a beleza das situações humanas, fazia suas anotações mentais, que depois culminariam nos registros, alguns dos quais se veem agora nesta obra."

Ô fim do cem, fim... 

 

Paulo Marques de Oliveira

"Não se trata de uma obra erudita, tampouco poderia ser incluída numa 'cultura popular', mas também não se trata de uma obra incompreensível. É uma obra possível, e de alguma forma, natural. É um espaço onde o leitor, sem medo, se aproxima aos poucos da criação inquietante do autor. Porém de uma maneira involuntária e despretensiosa: fica-se facilmente íntimo desse cientista-poeta. São os ares muito franco de seus escritos que despertam enfim um saudosismo estonteante dos primeiros filósofos que adoeciam de tanto desejo pelo saber." 

Reflexões (provocações?),
em prosa e verso

 

Pedro Faria Borges

"Este livro tem como matéria-prima as minhas vivências e reflexões, o que exige do leitor algum cuidado, pois uma pessoa que se dispõe a falar de si mesma deve ser colocada sob suspeita."

Viagem a Minas Gerais

 

Wagner Merije

"Você, leitor, poderá encarar este livro também como um exercício (de exorcismo) jornalístico, antro-pológico, documental, geográfico, uma abordagem bem-humorada, romântica e também crítica sobre a mineiridade."

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Recomendamos as seguintes obras, que você poderá adquirir também pela Benvinda Editora.
 
 
 
Redação na prática: nova forma de trabalhar a escrita na sala de aula
Paulo Moura
 
Cecilia Valdés
Cirilo Villaverde
Augusto Rodrigues Borges (tradutor)
 
Vi ver vi vendo
Wolber de Alvarenga
 
Vi ver vi vendo II
Wolber de Alvarenta
 
Toque de bola
Wolber de Alvarenga
 
Queridos pais
Pedro Faria Borges

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